Recentemente tive a minha primeira experiência em um cruzeiro de luxo: o navio Voyager da Regent Seven Seas Cruises. A pergunta que vem à mente ao terminar um cruzeiro desse estilo é unânime: quando posso agendar o próximo? Entenda o porquê:
1) Serviço
Navios pequenos são sinônimo de serviço exclusivo. E não poderia ser diferente: a possibilidade de uma tripulação atender bem um navio com até 700 pessoas é infinitamente maior do que a de dar atendimento personalizado a alguns milhares de hóspedes.
Serviço bom é essencial quando se está viajando e, quanto mais a gente tem acesso a ele, mais se torna fã de carteirinha. Os funcionários estão sempre com um sorriso no rosto, te chamam pelo nome e se lembram das suas preferências pessoais. Isso faz toda a diferença.

Boas-vindas na cabine
Foto: magari blu
2) Roteiro
Existem cruzeiros com durações bem variadas, como de 5, 7, 12, 15, 20 e até 80 noites. As paradas são ponto essencial de análise ao se escolher um cruzeiro, pois é importante que você esteja interessado em conhecer e visitar os locais que estão no itinerário. Os roteiros dos navios de luxo são, via de regra, bem interessantes.
No Voyager, foram 8 países no Mar Báltico – muita cultura e destinos maravilhosos.

Foto: magari blu
3) Gastronomia
Quem já se hospedou em um resort em que a comida não era lá essas coisas sabe como é desagradável ficar preso a um buffet ou um menu nada atraente. Nos cruzeiros de luxo não existe esse problema.
Nos navios da Regent, por exemplo, são 4 ótimos restaurantes variados mais o “pool grill” da piscina. O menu é 80% padrão entre os embarcações da companhia e 20% livre para o chef executivo criar receitas com ingredientes fresquinhos adquiridos nos mercados locais, a cada parada. Além disso, têm uma ótima seleção de room service e diariamente servem alguma delícia pela tarde direto na cabine, como patinhas de caranguejo, coquetel de camarão ou então presunto cru com melão e uvas.

Como as patas de caranguejo
Foto: magari blu
4) Passeios
Os cruzeiros de luxo oferecem uma boa variedade de passeios em terra, para idades e gostos variados. Enfoques culturais, históricos, de gastronomia, de música, de esportes, entre outros, são encontrados nos tours.
A gama de opções é suficiente para desfrutar o que o destino tem de mais interessante. Se mesmo assim, você desejar fazer um passeio por conta própria ou agendar um guia privativo, não tem problema: bastar estar de volta no horário para não ficar para trás quando o navio zarpar.

A cidade foi o ponto alto do roteiro no Báltico com o Voyager
Foto: magari blu
5) Ambientes
Para mim, melhor do que a variedade de ambientes públicos no Voyager, é o fato de tais ambientes estarem sempre ocupados na medida. Não ficam às moscas – o que daria uma certa depressão – e nem lotados, ao ponto de você não ter uma espreguiçadeira para chamar de sua ou ter de marcar turno para jantar.
Mesmo quando está ancorado em algum porto, tem sempre algum camarada que desistiu de passear e decidiu aproveitar para curtir o navio, além da sorridente staff.

Foto: magari blu
6) Cabine
A escolha da cabine é essencial para uma viagem de navio. Cabines internas ou sem varandinha têm maiores chances de não agradar tanto assim aos hóspedes, por razões óbvias.
No Voyager, todas as cabines são externas e têm sacada. Além de serem amplas no seu interior, com sofazinho e closet. Você fica muito bem instalado e super à vontade.

Foto: magari blu
7) Dress code
Nesse tipo de cruzeiro não é permitido frequentar os restaurantes à noite usando calças jeans, tênis e nem outras roupas esportivas. É o que eles chamam de “elegant casual”. A princípio, dificulta um pouco o planejamento da mala, principalmente para jovens que estão acostumados a usar jeans e Havaianas. Mas resgata o glamour dos anos dourados dos cruzeiros.
Não precisa ter noite de gala… Todos os dias todos se arrumam para a noite e isso é revigorante!

Aqui, em passeio na Lituânia em visita ao Museu da Guerra Fria
Foto: magari blu
8) Entretenimento
O foco desses cruzeiros não é balada, nem bagunça. Mas isso não significa que não tenham opções bacanas de entretenimento.
No Voyager, por exemplo, teve compilado de shows da Broadway no teatro, aulas de yoga e pilates, happy hour com o capitão e, claro, o cassino, sucesso total todas as noites (exceto quando ancorado na Rússia).

Foto: magari blu
9) Comodidade
Uma das maiores vantagens de todo e qualquer cruzeiro é a comodidade. Conhecer uma série de destinos sem ter que fazer e desfazer mala várias vezes, encarar aeroportos e voos e nem se preocupar com guias e reservas é sensacional. Sem contar que mal se percebe o deslocamento, pois o navio viaja a maior parte do tempo à noite. Ganha-se tempo e disposição – além de lindas vistas todos os dias.

Foto: magari blu
10) Tudo incluído
Por fim, o investimento em um cruzeiro Regent vale a pena por causa de todos os itens acima – e porque é tudo incluído. Sim, T-U-D-O! Os passeios em terra, a comida, os lanchinhos, o room service (24h), as bebidas (inclusive alcóolicas, como drinks, vinhos e whiskey)…
Existem, claro, opções na carta para quem deseja um rótulo especial, além de alguns (poucos) tours pagos, tratamentos do spa e o wi fi, que são contratados à parte. Entretanto, a qualidade e a variedade dos itens que são incluídos é mais do que suficiente. O custo-benefício para ter comodidade, alta gastronomia, tours maravilhosos e atendimento personalizado vale o investimento. Pode confiar!

Esse também está incluído!
Foto: magari blu
Para mais informações sobre Regent Seven Seas:
www.rssc.com

tenho interesse em mais informaçoes como preços, roteiros, datas, etc.
pretendo viajar sozinha devido a dificuldade em encontrar companhia
tenho 71 anos e não tenho problemas de locomoçao e ou alimentaçaõ
grata
Silvia Graciano
Silvia,
O navio é ótimo para viajar sozinha! Envie um e-mail para [email protected] que vemos as opções para você. Obrigada!