Na crônica passada entitulada “Nunca fui a Disney”, relatei que o mundo maravilhoso das personagens de Walt Disney nunca fizera parte dos meus destinos, até que finalmente iria conhecer o maior conglomerado de parques de diversões do mundo.
Pois bem. Retorno hoje para contar como foi a minha estreia em Orlando!
Foi uma viagem bastante interessante, que superou minhas expectativas e, devo dizer, meus preconceitos. Explico melhor, esmiuçando os mitos que permeavam a minha mente e que foram totalmente derrubados! Ou pelo menos, a maioria deles.
– Existem tantos outros lugares mais interessantes para se conhecer do que a Disney.
De fato, existem mesmo. Mas talvez não mais divertidos. Meu ar blasé com a Disney foi por água abaixo, pois a única pergunta que cruzava a minha cabeça era “Como eu ainda não tinha vindo aqui?!”. Impressionaram-me muito a grandeza e a perfeição das ruas aos brinquedos, as filas temáticas, os detalhes em cada atração reproduzidos como se tudo aquilo fosse verdade.
– Já que não fui criança, só irei quando for levar meus (futuros) filhos.
A Disney é um paraíso para a criançada, mas se tivesse aguardado os pimpolhos nascerem e crescerem, seria uma mãe perdida, que descobriria tudo com as crianças, sem saber onde estava me metendo. E, mais, talvez não teria oportunidade de experimentar as temidas montanhas-russas e outros brinquedos para “adultos”, que ficaram entre os meus preferidos.
– Tenho medo de montanha-russa.
Olha, acredito que tenha vencido meu medo, depois de ir 3 vezes seguidas na Múmia, subir a 90 graus de inclinação na Rock-It e despencar lá de cima, repetir o Duelo dos Dragões na primeira cadeira, e encarar o Hulk na primeira também. Aprendi a curtir a adrenalina.
Não tem sensação melhor do que ver os trilhos logo na sua frente e o parque todo de ponta-cabeça! O sentimento de segurança que as rides de Orlando trazem também colaboram para vencer o medo.
Todavia, ainda há um mito com o qual permaneço firme: Eu odeio queda livre.
Continuo destestando, o que foi comprovado pelo elevador que cai no Hollywood Tower Hotel. Assim como realmente não suporto brinquedos que molham toda a roupa, como no Jurassic Park. Mas o bom é poder vivenciar para dizer que realmente tal coisa não é a sua praia. Mais ou menos como dizer que não se gosta de certa comida somente depois de haver realmente provado!
O sentimento mais forte que trago para casa é que a atmosfera de Orlando é realmente contagiante. Você fica andando o dia todo, horas a fio em pé em filas e, mesmo assim, no final do dia fica ansioso para a próxima jornada. Minha estadia foi diversão pura!
E foi demais sentir os olhinhos brilhando ao ver o Castelo da Cinderela todo iluminado, palco para o maravilhoso show de fogos, a cabecinha do ET levantando na bicicleta, o parque de ponta cabeça, ao alto do looping… Rir, me emocionar, sentir medo, diante de um mundo faz-de-conta que nos toca como a vida real.
Realmente foram férias que renovaram as energias! Apesar de ter voltado exausta!


Linda! Que bom que você gostou! Ainda bem que vc resolveu virar escritora, você escreve muito bem e eu sempre sorrio com suas histórias!
Saudade! Beijos!
ADOREI , BJOS DINDIN
Muita gente tem mesmo esse pre-conceito com a Disney. So sendo muito ranzinza pra nao se deixar contagiado com o clima de Orlando. Eu sou suspeito porque perdi as contas de quantas vezes ja fui. Otimo blog, parabens!
É um lugar inesquecível em qualquer idade!!!
Diversão + compras = Orlando!
Leno seu post sinto saudades! Quero voltar todo ano!