As ilhas de Halong Bay, no Vietnam, representam um dos mais antigos exemplos de sítio geográfico, pois têm idade tectônica de 250 a 280 milhões de anos.

Foto: Ana Maria Junqueira
Nomeada como Patrimônio Natural da Humanidade pela UNESCO desde 1994, a área compreende 434 km2 e nada menos que 775 ilhas.
São menos de 200km entre Hanói e Halong Bay, mas a viagem dura pelo menos 3 horas e meia de carro.
As condições da estrada não são ruins, mas é pista única e o vietnamita tem aquele jeito todo especial de dirigir, dividindo espaço sempre, sempre com motocas. Por isso a demora.

Por ser uma viagem mais “puxada”, fazer bate-volta é bem cansativo, e recomendo dedicar ao menos uma noite para dormir em um dos cruzeiros que navegam pela baía.
A companhia Heritage tem algumas embarcações que oferecem conforto para a aventura.

Foto: Ana Maria Junqueira
Fiz a viagem com o Jasmine, barco de madeira que oferece tudo que você pode querer no pernoite: cabine confortável, comida variada, serviço atencioso e, claro, o visual único de Halong Bay. A embarcação não balança, pois o mar em Halong Bay é calmo.

Foto: Ana Maria Junqueira

Foto: Ana Maria Junqueira
A atmosfera do barco é a cara do programa: as cabines têm as paredes forradas de bambu.

Foto: Ana Maria Junqueira

Foto: Ana Maria Junqueira
Durante o percurso, alguns passeios são organizados pela tripulação. Entre eles, visita a cavernas e à comunidade local, que vive em palafitas, e por onde é possível andar de caiaque.

Foto: Ana Maria Junqueira

Foto: Ana Maria Junqueira

Foto: Ana Maria Junqueira
Essas atividades não são o ponto alto da visita, mas, sim, o visual de ilhotas. São inúmeras, num labirinto incessante, que passam como um filme diante dos olhos a partir do barco.

Foto: Ana Maria Junqueira
E nem só por conta da viagem cansativa vale a pena o pernoite por aqui. O pôr do sol em Halong Bay contrasta com as sombras das ilhas na água do mar e é imperdível.

Foto: Ana Maria Junqueira
É comum, aliás, o clima estar nublado e uma “eterna” neblina predominar sobre as rochas. No dia em que eu cheguei, entretanto, o tempo estava limpo, sem uma nuvem no céu.

Foto: Ana Maria Junqueira
Mas, no manhã seguinte, o ar mais místico de Halong Bay voltou com força, mal dando para enxergar as ilhotas ao redor do barco.

Foto: Ana Maria Junqueira

Foto: Ana Maria Junqueira

Ensolarado ou nublado?
Foto: Ana Maria Junqueira
Nada mal ter a sorte de pegar dois visuais tão diferentes em uma baía cheia de personalidade, não é?!
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