Vivendo no Caribe por Marina Fonseca
Antes de virmos para Aruba, o barco em que estamos agora estava em Saint Martin.
A ilha também faz parte do Caribe, mas fica bem mais ao norte, dentro da rota de furacões, que vai de junho a novembro – e esse foi o motivo pelo qual saímos de lá.
Não é todo ano que os furacões passam, mas do momento em que são detectados até atingirem a costa de alguma ilha pode ser um intervalo bem curto e, como estamos de barco, nossa fuga seria lenta! Mas caso você seja aventureiro, com ou sem barco, os hotéis nessa época do ano são mais baratos pela baixa temporada e a água do mar é mais quente.

Foto: Divulgação
Além dos furacões, outra coisa curiosa do local é que ela é a menor ilha habitada dividida em duas nações.
A metade ao norte é francesa e a metade do sul é holandesa. É bem engraçado porque a divisão é bem ao centro da ilha e em cada lugar se fala uma língua.
Apesar de terem placas avisando que você está atravessando a fronteira entre cada país, não é preciso passar por nenhuma autoridade ou apresentar passaporte. Todos transitam livremente pelos dois lados.

Como é de se esperar, o lado francês realmente é mais charmoso e bem cuidado. Os restaurantes são melhores e, apesar de todos falarem francês, o inglês também é compreendido por toda a ilha. Cada lado tem sua moeda, mas o dólar é aceito em todas as lojas e restaurantes.
Já no lado holandês existe uma atração bem conhecida, a praia de Maho. Ela ganhou sua fama pois é literalmente atrás do aeroporto internacional da ilha, onde saem e chegam os grandes boings cheios de turistas.
Agora imagine só a cena, um avião imenso se preparando para decolar e criando um imenso jato de areia direto ao mar! A cena é divertida porque sempre aparecem alguns corajosos na praia que quer ficar no meio da tempestade de areia. E logo dá pra ver que eles se arrependem, pois se agacham e se cobrem tentando proteger o rosto de tanta areia que levanta. É uma atração turística à parte.

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação
As minhas praias favoritas são Orient Bay, conhecida como a Saint Tropez do Caribe, no norte da ilha, e Mullet Bay, ao sul.
A primeira é uma das maiores e mais conhecidas praias da ilha e é linda! Nela existem restaurantes, bares, esportes aquáticos e lojinhas. É possível passar o dia todo lá tranquilamente.

Foto: Divulgação
Já Mullet Bay é menor e mais reservada, existem apenas 2 ou 3 bares. É bem tranquila e bonita, ótima para relaxar e apreciar o visual. E não se esqueça de levar sua máscara de mergulho, pois nesta praia existem corais bem próximos à areia, além de vários peixes e arraias nadando.

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação
*Dica: recomendo que fique mais pelas regiões mais turísticas à beira mar, nos bares, restaurantes e resorts. O interior da ilha, por causa dos furacões, não é tão bem cuidado assim, então talvez não compense alugar um carro para explorar a ilha. Mas com aquelas águas transparentes, que puxam tanto para o verde, quanto para o azul, com pontos de mergulho e praias lindas, você não vai nem se interessar por outra coisa.
Como chegar?
Saint Martin, apesar de ser dividido em 2 países, tem apenas um aeroporto internacional, o Princess Juliana, e a cidade está normalmente descrita nos sites de companhias aéreas como São Martinho (SXM).
Ainda não tem nenhuma companhia que faça voo direto do Brasil, as escalas são normalmente nos Estados Unidos e no Panamá, mas existem outras opções também.
*Confira aqui as dicas de Saint Martin.


Goxxxtei. 🙂
Adorei a explicação… Ainda vou conhecer. Lindo!!
Muito legal…fotos interessantes…lugar lindo…
Maaa……..
Você está encontrando, cada vez mais, seus caminhos.
TIA SI FEL
Completando
TIA SI FEL
FELIZ