Saúde e bem-estar por Priscila Guimarães
Não importa se no formato físico ou em iPad e Kindle. Os livros podem ser um dos seus melhores companheiros para começar a permitir que a mente se aquiete até conseguirmos entrar na energia da viagem. Seja na espera no aeroporto ou durante o voo, ou mesmo em qualquer momento que uma parada se faz necessária, ele te faz companhia.
Sonhar, rir, descobrir. Guias de turismo, livros de receitas, romances ou qualquer outro tipo de literatura que invada seus pensamentos e permita que você se livre do estresse pré-viagem. Eu, inclusive, entro em estresse pré-viagem sempre. Amo viajar, mas horas antes, pronto! Vêm os pensamentos: como ficarão meus cachorros? E minha casa? Fico ainda pensando se não me esqueci de finalizar nada, entre outras mil questões que aparecem na minha cabeça.
Não abro mão de escolher dois livros para viagem. Dois para ter opção, já que posso lê-los rapidamente ou então posso gostar apenas de um deles e trago o outro de volta na mala.
Quando vou para algum lugar desconhecido, guias e dicionários são meus parceiros, além do livro noturno. Gosto de ler um pouco antes de dormir, porque induz ao sono gostoso e rápido.
Eu costumo manter livros interessantes para ir lendo aos poucos, como se os deixasse em fila. Sempre tenho alguns guardados, comprados esporadicamente, caso a correria antes do dia de partir não me permita escolher algum.
Por exemplo, em uma das minhas viagens li os livros da escritora americana Marlena de Blase, autora de “Mil dias na Toscana”, “Mil dias em Veneza”, “Um certo verão na Sicília”, entre outros. Eu me apaixonei tanto pela narrativa autobiográfica de seus dias na Toscana que conseguia até sentir os cheiros descritos em seus livros.
A partir daí programei uma viagem de 20 dias pela Toscana. Simplesmente maravilhosa – e entendi a paixão dessa americana pela terra da bota.
Ler é descobrir costumes, hábitos então desconhecidos e pouco apreciados por nós. Por isso, lembre-se disso e escolha alguns livros para carregar consigo na sua próxima jornada.

*Adepta de atividades físicas e massagens corporais, Priscila criou, em 2007, o renomado centro de saúde e bem-estar Santo Corpo, em São Paulo. No Magari blu, traz dicas para os viajantes terem uma vida mais saudável, onde quer que estejam.

Olá,
Gostei do seu post,
I´m a reader !
Encontrei seu blog/site dentro do Taxi Amarelo.
Vou para NY em Junho/14,
gostaria que me recomendasse algo de lá para ler, afinal concordo com sua frase:
” Ler é descobrir costumes, hábitos então desconhecidos e pouco apreciados por nós. ”
obrigada
Jessica
Artista Plástica e Profa. de Artes Kindergarten
P.S.
É a minha 1a viagem a New York – onde recomendaria eu me hospedar ? Na 30 th ou no LES ?
Lower East Side é um bom bairro, escolhi por que gostei do anuncio feito pelo Air BnB,
mas confesso que estou meia preocupada, pesquisei no google e parece periferia !? ou estou enganada, subúrbio de NY é periferia ? É seguro caminhar dia e noite no LES, na sua opiniao ? Viajarei sozinha !
Sou indecisa, quanto mais options, mais indecisa fico !
Jessica, a nossa colunista de NY Gisela recomenda o LES. Na 30th não tem nada…
LES é bem conhecido por ter bares e baladinhas, por isso é um bairro bem agitado à noite. Só tem que ver direito onde é porque também tem “Projects” lá, que é como o Cingapura em São Paulo. Moradia que o governo banca para quem nnão tem onde morar. Aí já é uma parte menos charmosa do bairro (fica bem perto da água, bem colado na Williamsburg Bridge). 😉