Luang Prabang fica no centro do Laos e já foi a capital de um reino com seu nome. Hoje, patrimônio mundial da UNESCO, é pequenina e cheia de encantos.
Foi a segunda parada na viagem #magariblunaasia e uma das minhas cidades preferidas! Tem um charme e uma essência asiática quase que intocada, mesmo atraindo milhares de turistas. É um daqueles lugares em que nos sentimos bem, sem nem saber ao certo o porquê.
(1) Documentos
É necessário visto para ingressar no Laos. Mas é bem tranquilo de ser obtido localmente, direto no aeroporto de Luang Prabang.
A única providência que você tem que tomar antes da viagem é ter em mãos uma foto tamanho passaporte 5×7 (já leve mais duas, pelo menos, pois precisará delas também no Vietnam e no Cambodia, se estiverem no seu roteiro).

Foto: Reprodução
(2) Moeda
A moeda local é o kip, mas dólares americanos são facilmente aceitos, até no mercado.
Para ter uma ideia, USD 1 é pouco mais de 8.000 kip. Na rua do mercado noturno, está uma casa de câmbio que faz conversão justa e, cerca de 2 lojas adiante, tem caixas eletrônicos também caso precise sacar dinheiro.

Foto: Reprodução
(3) Tuk tuk e bicicleta
Os tuk tuks estão por toda a cidade e são maiorzinhos do que os de Bangkok, levam tranquilamente 4, 5 pessoas.
O valor é de cerca de USD 1 por pessoa por trecho. Sempre certifique-se de que o motorista entendeu onde você deseja ir.

Foto: Ana Maria Junqueira
Ainda, por ser uma cidade pequena, que não é espalhada, e plana, dá para andar bastante de bicicleta por aí também!

Foto: Ana Maria Junqueira
(4) Passeios com transfers
Alguns dos passeios mais interessantes ficam fora do centro de Luang Prabang, como as cachoeiras Tat Kuang Si e o Elephant Camp, onde é possível andar de elefante.
Recomendo organizar esses passeios com transfer, com ou sem guia, para não passar perrengue. Se não contratar um guia via agência de viagens com antecedência, dá para marcar com uma das agências locais ao chegar lá.

ficam a cerca de 1 hora de Luang Prabang
Foto: Ana Maria Junqueira
(5) Comida
A comida do Laos se difere da tailandesa, sobretudo, por não ter tantas sopinhas e molhos. A base é o sticky rice, arroz grudento que é um grão diferente dos outros tipos de arroz. Eles comem também bastante peixe, porco e frango.
As refeições locais são compartilhadas por toda a família, todos os pratos vêm junto à mesa, sem esse costume de entrada/prato principal/sobremesa. Claro que, nos restaurantes, dá para seguir essa ordem pois já estão acostumados a receber visitantes do mundo todo.

Aqui, a ideia é cada um rechear a folha com o que preferir
Foto: Ana Maria Junqueira
Você vai notar que, via de regra, não tem faca à mesa. Os laosianos comem com colher e garfo, sendo que levam apenas a colher à boca – hábitos similares aos demais países da Indochina.
(6) Alms Giving
Somente aqui acontece um dos rituais mais emblemáticos do budismo, o Alms Giving.
Diariamente, ao amanhecer, monges enfileirados, vestidos de laranja, percorrem a rua recebendo doações de comida, sobretudo sticky rice. Vale a pena o esforço de madrugar para participar ou, ao menos, assistir. É uma visão única.

Foto: Ana Maria Junqueira
(7) Segurança
Vá despreocupado. Mulheres sozinhas, inclusive. Luang Prabang é segura e tranquila.

Foto: Ana Maria Junqueira
(8) Compras
Mulheres, preparem-se para enlouquecer! E guardem um espaço na mala para o Laos.
O artesanato local de Luang Prabang é bem-feito, colorido e muito, muito barato. Bolsas, carteiras, almofadas, toalhas de mesa, pantufas (sim!), estátuas de Buda, objetos de prata e entalhados na madeira, e assim por diante, são lembranças que valem a pena.

Foto: Ana Maria Junqueira
(9) Massagem
Que tal 1h30 de massagem por 7 dólares? Não tenha medo de entrar para conhecer SPAs pela rua, que são simples, mas limpos e, o melhor, oferecem massagens fantásticas, daquelas que você sai caminhando em nuvens – e por preços bem baixos.

Um desses SPAs de rua, baratos e deliciosos
Foto: Reprodução
(10) Estadia
Recomendo ficar no mínimo 3 noites, o que significa 2 dias inteiros; é um bom período para ver as principais atrações.

Foto: Ana Maria Junqueira
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