Quartas Borbulhantes no Emiliano

O Hotel Emiliano, em São Paulo, acaba de lançar as Quartas Borbulhantes! O happy hour, exclusivo para mulheres, promete apresentar às clientes um rótulo diferente de champagne a cada encontro e uma aula a respeito com o maitre do restaurante do hotel, Henrique Gomes. Ontem foi a noite de estreia para convidadas e eu estive lá para conferir.

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Quartas Borbulhantes estreia no Emiliano com Perrier-Jouët
Foto: magari blu

O champagne da noite foi Perrier-Jouët, harmonizado com canapés deliciosos. O hotel, às quartas borbulhantes, oferece canapé de cortesia a cada duas taças e, a cada garrafa, o canapé oferecido é de caviar.

quarta borbulhante
Canapés de salmão defumado com cibolette e de creme de mascarpone artesanal e cogumelos (vegetariano);
torrada de tartare de file mignon com molho de mostarda; atum marinado na soja com semente de gergelim
Foto: magari blu

A história do champagne

Henrique Gomes, maitre do restaurante, vem à mesa e explica a história do champagne da noite. Ele conta que o champagne teria sido feito por acidente! Antigamente a França fazia vinhos e os exportava para a Inglaterra. No trajeto de navio, a agitação das garrafas fazia com que a bebida fermentasse novamente e surgisse uma gaseificação no vinho, as famosas bolhinhas existentes hoje no champagne e no espumante.

Alguns ingleses detestaram a sensação que as bolhinhas causavam, pinicando na boca. Outro grupo, porém, pediu aos fabricantes de vinho que mandassem mais!

Assim, Dom Perignon e seu irmão estudaram como fazer aquele processo sem ter que jogar as garrafas no mar. E conseguiram.

Gomes explica ainda que  champagne, via de regra, é uma combinação de três uvas, chardonnay, pinot noir e pinot meunier. Sim, uvas tintas são usadas na produção, e a bebida não adquire a coloração escura porque essas uvas ficam pouco tempo com as cascas.

Durante a produção, as garrafas ficam apoiadas de tal forma que os sedimentos vão descendo, e vão sendo giradas pouco a pouco, durante 29 dias. Ao final, nitrogênio é inserido e a borra congelada é removida da bebida. E é mais ou menos assim que se faz champagne!

Pelo fato de três tipos diversos de uvas serem utilizados na sua fabricação, o champagne brut, por exemplo, pode ter até 8 safras dentro de uma mesma garrafa!

As garrafas mais top (e mais caras) são as safradas, que trazem a combinação de todas as uvas da mesma safra. No rótulo, o ano é sempre indicado.

Pierrier-Jouët: o champagne da noite

Perrier-Jouët é um champagne que sempre me fascinou com a bela garrafa Belle Epoque com as flores, que dão um ar bem romântico e elegante à bebida.

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Perrier-Jouët Grand Brut e Belle Epoque
Foto: magari blu

Ontem aprendemos que, de fato, tem romantismo por trás desse rótulo. É o único fabricante de champagne originado por um casal. Sim, o Sr. Perrier e a Sra. Jouët! É uma bebida mais fina, bem suave, frutada e feminina, feita assim em homenagem a Sra. Jouët. Bela escolha para inaugurar o happy hour para as mulheres, não?

Além disso, o casal foi inovador também por terem sido os primeiros a fazer o champagne brut. Antes, as bebidas eram bem doces, com alta porcentagem de açúcar.

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Henrique Gomes dá a aula sobre o champagne
Foto: magari blu

A noite foi deliciosa, com uma ótima turma de mulheres que aproveitaram a quarta-feira com jogo de futebol para deixar os maridos e namorados e colocar o papo em dia!

Uma ótima ideia para “quebrar” a semana, rever as amigas, degustar um champagne maravilhoso e, ainda, aprender.

Ao final do encontro, o maitre brincou que “além do champagne, existem duas coisas que as mulheres adoram: chocolate e joias!”. E assim fomos presenteadas com um delicioso brigadeiro na panelinha. A convidada mais sortuda levou ainda uma joia do exclusivo Studio Cocoon!

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O mimo para as convidadas:
Brigadeiro de colher
Foto: magari blu

Quer aprender mais sobre champagne e vinhos? Veja os livros indicados pelo maitre Henrique Gomes:

– “Vinho e Guerra: os franceses, os nazistas e a batalha pelo maior tesouro da França”, de Don Kladstrup e Petie Kladstrup
– “Champanhe”, de Don Kladstrup e Petie Kladstrup
– “O vinho mais caro da História: fraude e mistério no mundo dos bilionários”, de Benjamin Wallace
– “A Viúva Clicquot: a história de um império do champanhe e da mulher que o construiu”, de Tilar J. Mazzeo

 

Onde encontrar:

Quartas Borbulhantes
Happy hour com champagne para mulheres às quartas-feiras
Hotel Emiliano
Rua Oscar Freire, 384, São Paulo
Tel.: 11 3068 4390

Ana Maria Junqueira está sempre viajando pelo mundo. É editora do Magari blu, consultora em viagens e a embaixadora de viagens da Perrier no Brasil.

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2 thoughts on “Quartas Borbulhantes no Emiliano

  1. Helena Biasotti says:

    Ana Maria, amei seu post! Vou compartilhar. Ah, sua trança está linda! À altura do evento! Bjs.

    • Magari blu says:

      Helena, que bom que você gostou! Tem que ir lá conhecer.
      Mas a dona da trança não sou eu 😀
      beijos
      Ana Maria

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