Qual o melhor hotel em que já fiquei? É difícil responder a essa pergunta, mas vou tentar escolher um campeão, por categoria.
Isso porque não tenho um hotel único em que eu diga que é o melhor hotel em que já me hospedei. Mas fiz uma listinha de itens – que está sempre em mutação!
Melhor cama
Sem dúvida, o Ritz Carlton Phulay Bay em Krabi na Tailândia. Foi a maior cama que já dormi! Dava pra dormir nos dois sentidos, era gigante. Só que o quarto é lindo também, com uma banheira no meio… Perfeito. Uma das opções de melhor hotel que já fiquei, sem dúvidas.

dá para dormir em 2 sentidos
Foto: Divulgação/Christopher Joe Cypert
Melhor comida
Difícil escolha! São tantos restaurantes, tantos estilos, tanta coisa boa. Mas me veio à cabeça o Sofitel Metropole de Hanoi no Vietnam, porque eu queria comer no hotel todos os dias. Acho que esse é o melhor critério, não é? Quando a gente não tem vontade de sair.

Foto: Ana Maria Junqueira
Outro hotel assim é o Toriba de Campos do Jordão. Dá vontade de comer fondue toda noite no Toribinha. É bom demais.

Foto: Ana Maria Junqueira
Foto: Ana Maria Junqueira
Melhor lobby
Um lobby que me marcou foi do Four Seasons Budapeste. O prédio é um dos mais lindos em que já me hospedei, o hotel não tem ar corporativo como muitos hotéis de rede têm. É bem autêntico e lindo. Um forte candidato a ser o melhor hotel que já fiquei.
São 2 milhões de pastilhas de mosaico no hotel, um lindíssimo lustre Preciosa, uma escada interna impactante, além da excelência da rede Four Seasons.

Melhor bar
Costumo ir mais em bares de hotéis em que eu não estou hospedada do que os bares dos meus hotéis. Adoro fazer isso pra conhecer algum hotel legal da cidade.
Por essa razão, fiz isso no hotel Lebua em Bangkok onde está o Sky Bar. Bem famoso, buxixado, disputado e com vista 360o da cidade, bem lindo.

Foto: Ana Maria Junqueira
Melhor serviço
Difícil, mas vou arriscar dizer um que me marcou bastante. Singita Lebombo na África do Sul.
A África do Sul, em geral, recebe muito bem os turistas, mas os lodges Singita são algo especial. Não é uma sensação de bajulação e, sim, de amizade, de empatia. Mas senti isso também nos lodges Wilderness em Botswana. Pode ser que seja algo na África, pois sempre nos sentimos muito à vontade e dá muita vontade de voltar.

Foto: Divulgação
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