Duma Tau significa “o rugido do leão” em tswana, a língua local de Botswana. É o nome do segundo camp por onde passei na região do Delta do Okavango, também parte da incrível rede Wilderness Safaris – leia mais aqui.

Foto: magari blu
Mas, apesar do lindo nome, não foram os leões que despertaram a minha atenção por ali. E, sim, água, muita água. Está localizado na Linyanti Wildlife Reserve, que faz fronteira com o Chobe National Park, e fica junto ao Canal Savute na Lagoa Osprey, uma das muitas lagoas do sistema de pântanos do Linyanti.

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O Duma Tau Camp foi construído sobre decks e plataformas, o que rende belas paisagens e, claro, uma certa segurança com relação a visitas dos animais.

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Em alguns momentos, inclusive, as passarelas que ligam as tendas à área comum são rebaixadas até o chão, formando verdadeiros cruzamentos para elefantes e hipopótamos que desejem atravessar a água e passar pelo camp.

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Ao chegar, já se avista uma imensidão azul em frente ao deck. A área comum é toda aberta, sem muita estrutura além dos suportes de madeira para a lona erguida e do assoalho também de madeira. Rústico chic.

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São 10 tendas que acomodam 2 pessoas em cada, sendo que 2 delas são destinadas a famílias, como se fossem tendas conjugadas, seguindo o mesmo padrão de decoração das demais.

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As tendas são feitas de lona e madeira e as janelas só de telinha. Nada de vidro – só o boxe do chuveiro. Não tem boxe externo, mas nem precisa. Dá para curtir o tempo todo a linda vista.

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As pias e os metais do banheiro são de cobre, o que faz um belo contraste com os demais elementos da tenda em tons cáqui. Muito charmoso.

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Não tem ar condicionado, somente 2 ventiladores, um de teto e outro de pé. Sobre a cama estão os kikois, espécie de pashmina local. O camp sugere que, para se refrescar, a gente se deite sobre o kikoi molhado na água gelada – é o simpático “ar condicionado” africano.

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O Duma Tau tem ainda restaurante, lojinha, um deck flutuante para fogueira à noite e uma bela piscina, um pouco afastada, que fica adiante dos quartos. Não tem wi fi ou televisão e também não pega o celular. 100% offine.

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Safáris de carro e passeios de barco com motor são organizados pelo camp, o que faz um mix interessante de atividades. A minha sugestão é sair pela manhã de 4×4 e fazer o cruzeiro à tarde.

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Durante o safári por terra, vi de pertinho os cachorros selvagens pela primeira vez! Eles andam em bando e, apesar de serem predadores perigosos, brincam entre si amigavelmente como nossos cachorros domesticados.

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Na volta do safári da manhã, seja por água ou por terra, o brunch em estilo buffet espera pelos hóspedes.

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É bem especial sair por volta das 16h30, navegar calmamente pela água e assistir ao pôr do sol, com vinho e petiscos. De longe, hipopótamos e crocodilos podem ser contemplados.

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O pôr do sol no Duma Tau Camp foi um dos mais lindos que já presenciei na minha vida. Aquela bola rosa que vai se tornando laranja e vermelha até desaparecer no horizonte e deixar um rastro de luz no céu. Inesquecível.

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Em uma das noites, a staff nos levou para uma surpresa. E que surpresa! Pegamos o carro e seguimos até uma área no meio do nada, completamente aberta, onde o Duma Tau organizou um jantar sob as estrelas.

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Uma fogueira ao centro, com lanternas fazendo um círculo em volta, uma mesona comunitária e um bar cheio de garrafas e drinks.
Foi inacreditável ver toda aquela estrutura improvisada só para a gente, num delicioso jantar onde parte da equipe senta-se à mesa e nos delicia com as suas histórias. Eu aproveitei para matar minha curiosidade sobre os costumes locais. Aprendi tanto sobre a cultura tswana…! Mas, desconfiada, estava sempre de olho para ver se não apareceria algum animal.

Jantar no mato no Duma Tau Camp
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Entretanto, a única visita inesperada foi a de uma cobra verde não venenosa que surgiu toda curiosa no restaurante no café da manhã do dia seguinte!

Visitinha inesperada
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No Duma Tau, cada momento foi acompanhado pelos guias, seja por terra ou por água, que têm sempre na ponta da língua explicações minuciosas sobre as belezas e os mistérios da região do Linyanti e do Delta do Okavango. Os funcionários da Wilderness Safaris sempre encantam e o trabalho que fazem é impecável.

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Um camp muito especial, principalmente pela localização junto à água e o visual proporcionado pelo Linyanti, e, claro, pela hospitalidade e cordialidade de todos que trabalham nos camps da Wilderness Safaris.
Como chegar?
A South African Airways faz o voo de São Paulo a Johannesburgo, na África do Sul, e de lá até Maun, em Botswana. Do aeroporto de Maun sai o avião pequeno da própria Wilderness até o camp. É possível, ainda, voar de camp para camp, como no meu caso. Parti do Chitabe Camp até o Duma Tau, também com a Wilderness Air.

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Acompanhe toda a viagem a Botswana aqui.
Testado e super aprovado pelo Magari blu!
Onde encontrar:
www.wilderness-safaris.com/camps/dumatau-camp
*Assista a TV MAGARI BLU em Botswana:

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