Alain Ducasse é um mito na cozinha francesa. O chef tem a sua assinatura hoje em 24 restaurantes pelo mundo, espalhados por França, Mônaco, Inglaterra, Estados Unidos, Itália, Japão, China, Rússia e Emirados Árabes.
Em seu livro “Eu amo Paris: minha Paris do sabor em 200 endereços” (Senac, 2011), o chef compartilha seu guia exclusivo de restaurantes, mercados, épiceries e lojas gastronômicas na capital francesa. A obra é belíssima, extensa em conteúdo e fotos que nos deixam com água na boca.

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“Cada bom ingrediente, produzido com amor e respeito, na sua respectiva região, tem um sabor incomparável. Sem isso, um chef não é nada”, prega Ducasse. A sua filosofia é refletida nas duas centenas de endereços sugeridos pelo expert.
Por aqui, escolhemos alguns desses nomes para sua próxima ida a Paris! Anote já.
Alain Ducasse au Plaza Athénée
Começamos, claro, pelo mais famoso restaurante do próprio Alain Ducasse em Paris. O chef conta que seu restaurante no mítico hotel Plaza Athénée é o local onde decidiu começar do zero e buscar os verdadeiros gostos e temperos originais. O restaurante é sinônimo de requinte e boa comida, em plena Avenue Montaigne.

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Localizado no primeiro andar da Torre Eiffel e, nas palavras de Ducasse, “tendo toda Paris a seus pés”. O chef recomenda o início da visita com um drink no bar com vista para a colina Chaillot. À noite a casa oferece jantar gastronômico a 95 metros de altura. Um cenário perfeito para o turista que não dispensa uma experiência especial na cidade-luz.

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Cartão-postal de Paris, o Café de Flore é ainda sucesso entre parisienses e turistas que vêem nele uma atmosfera única da cidade. Ducasse ressalta o “‘welsh’, uma delícia feita de queijo cheddar derretido. Aromatizado com cerveja, ele oferece uma cobertura oleosa e gratinada aos apetitosos bocados de miolo de pão.”

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É um bar de mariscos em um ambiente com “ar de cabana de pescadores, a decoração nos convida a estar de férias”, como brinca Ducasse. Pertence à casa Menut e funciona perto da Grande Cascade do Bois de Bologne. O grande balcão redondo de madeira serve de apoio para as ostras, servidas pelos próprios clientes.

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As toalhinhas xadrez vermelho e branco fazem desse bistrô a cara de Paris. A tradição continua pelo modo de servir. Ducasse relata que se corta a carne na mesinha de servir – coisa rara hoje! Complementam o cenário (e o menu) a salgadeira de frios datada de 1950, os salsichões, o carrinho repleto de entradas e, claro, o lendário cassoulet.

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Voilà!

onde posso encontrar o livro para comprar?
Adriana,
O livro no Brasil é editado pelo Senac e está à venda em livrarias. 😉
Eu comprei o livro.Ele e maravilhoso!